O mapa conceitual do nosso amor

:: Postado por Mário às 23h59
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Posta no meu blog

:: Postado por Mário às 14h38
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Descobrindo o significado o amor e da amizade no relacionamento

 

Descobrindo o significado o amor e da amizade no relacionamento

Você é uma pessoa que sei que posso contar.
Sabe quando sorrir e quando ficar em silêncio.
Sabe a importância de segurar na mão.
Sabe o que e quando deve falar.
Sabe o que eu sinto.
É ótima companhia para apreciar um por do sol em silêncio.
Sempre vê algo positivo em mim. É sempre sincero comigo.
Se dá por inteiro. E quando não dá eu tomo o eu por inteiro! kkkk 
Com quem é muito bom dividir um crepe,
Um açaí ou um prato de comida.
É muito bom de se abraçar.
Sabe o que se passa no meu coração.
Divide confidências como ninguém.
Acima de tudo posso chamar de amigo! E é exatamente aqui que eu considero que evolui! 
E sei que significo tudo isso para você também.
Por essas e outras, você é muito especial para mim.

Fabrícia Chagas

 

 

 

:: Postado por Mário às 14h42
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Descobrindo o significado da felicidade...


Conversas com meu amor...

Descobrindo o significado da felicidade...

Amor,
Suas palavras me fazem pensar o que é felicidade...talvez, ela seja seja feita desses pequenos acontecimento...dormir mais um pouco...não correr na chuva....tomar açai com o amor...parece pouco diante das grandes narrativas sobre felicidade...mas, é isto....Como diria um grande filósofo...popular...Fernando Mendes...
"Felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes...."
Mil beijos
----- Original Message -----
From: Fabrícia Chagas
To: Mário Bispo dos Santos
Sent: Tuesday, October 02, 2007 10:48 PM
Subject: Estou muito feliz!

Meu amor,
Vc nem imagina a maravilha que aconteceu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Surpresaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estou louca de felicidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Amanhã eu não vou ter aula pela manhã, a professora de FDA deixou o horário dela para nos dedicarmos a semana de extensão!
Oba! Vou dormir até tarde!
Só preciso ir para a aula das 13:00! E mais: Teremos aula com o monitor da Bidô, ela está viajando!
Estou emocionada! Espero não ter que correr na chuva! kkkkk
 
Sábado a Vanessa não poderá ir com a gente para o baile do professor, infelizmente ela já comprou ingressos para um show!
Amor, é sempre lindo ver você me esperando na porta da escola! Muito obrigada!
Vc é meu lindo!
Gosto demais de você!
Beijos


:: Postado por Mário às 20h41
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Volta

Depois de muitos meses, volto hoje a blogar minhas imagens, palavras e falar de minhas viagens...Viagens como está, ali bem perto, no parque de Aguas Claras-DF...

:: Postado por Mário às 15h24
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"Caetano, o que é profana"?

          No Orkut, há uma comunidade muito interessante denominada "Caetano, o que é profana"? cujo objetivo é debater e interpretar letras de músicas, especialmente, enigmas como aqueles propostos por Caetano Veloso, Djavan e outros.

         Eu pedi para que os membros da comunidades fizessem análises das músicas Ponteio, Disparada e a Estrada e o Violeiro. A Angel e a Fabrícia fizeram interpretações muito interessantes.

 Endereço da comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=802034


D I S P A R A D A


Por Angel

Orkut:  http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7127654986410028517

 

Sei lá  só penso assim
Disparada me lembra literatura de cordel. No cordel, os poemas se iniciam com uma apresentação do "cantador", onde ele narra suas proezas passadas, seu local de origem e que vitórias conquistou, e prossegue com uma aparente variação de assuntos onde o fator social se apresenta como valor principal: o poema como veículo que, ao colocar seu criador em contato com o meio, faz com que ele se torne conhecedor das coisas do mundo.
Tal como os cantadores de cordel, "Disparada" parece finalizar colocando-se como instrumento do pensamento coletivo, não cantando "Se você não concordar
Não posso me desculpar / Não canto pra enganar
Vou pegar minha viola / Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar"
Preferindo a ação de contar à de cantar, o poeta de "Disparada" aprende a dizer não, e a " ver a morte sem chorar", "consertar (o que) está fora de lugar e não concorda "cantar em outro lugar", como vemos em outras músicas da época.
A postura é diferente, é mais assertivo, .". O entendimento do passado não anula o presente: "Na boiada já fui boi,
Boiadeiro já fui rei, " vira "Agora sou cavaleiro / Laço firme, laço forte de um reino que não tem rei"

 

Por Fabrícia

 

 

Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=273550103302398253

 

Blog:Http://http://fabriciachagas.zip.net/

 

Flog:http://www.fotologbr.com.br/Deusa_fa

 

Eu particulamente adoro a canção!
Essa música foi uma das principais composições da época dos festivais de música popular brasileira.Com certeza o autor da música de Geraldo Vandré deve ter vivenciado o período do golpe militar, pois era época de nacionalismo exacerbado quando os jovens com um pouco de cultura e sensibilidade não se conformavam com as injustiças sociais imperantes no Brasil; os meios musicais e literários, lideranças intelectuais do país, não estavam imunes aos movimentos sociais visando melhorias para as camadas mais pobres da população. A música é linda, principalmente quando faz uma maravilhosa comparação entre a exploração das classes sociais pobres pelas mais ricas e a exploração das boiadas pelos boiadeiros, entre a maneira de se lidar com gado e se lidar com gente.

:: Postado por Mário às 20h32
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 A ESTRADA E O VIOLEIRO


Por Angel

Isto não é análise, é releitura
Acho que eu iria me repetir... Inicialmente lembra também a literatura de cordel, mas às vezes me parece o lamento do violeiro, como em um conto folclórico... A estrada conversa com o violeiro.
Em um momento ele se autobiografa, contando sua saga num lamento, sua solidão:"Sou violeiro caminhando só, por uma estrada caminhando", uma saga onde é um herói solitário, buscando companhia:"Pois quem anda noite e dia sempre encontra um
companheiro"
Pergunta, então à estrada: Minha estrada, meu caminho, me responda de repente
Se eu aqui não vou sozinho, quem vai lá na minha
frente"
Ao que estrada reforça que sua função é apenas ser o caminho do povo:
"Sou uma estrada procurando só levar o povo pra cidade

Se meu destino é ter um rumo só, choro em meu pranto é
pau, é pedra, é pó"
O violeiro é diferente, ele tem a missão, solitária, de mudar o rumo da estrada que conduz o povo, que continua indo em frente "apesar da dor, que não conta e da morte que encontra". Ele é o herói, ferido de dor, porque não há dor maior que o destino que está vivendo (a epóca de opressão, sem esperança)e ele se rebela:
Se esse rumo assim foi feito sem aprumo e sem destino
Saio fora desse leito, desafio e desafino
Mudo a sorte do meu canto, mudo o norte dessa estrada
Em meu povo não há santo, não há força e não há forte
Não há morte, não há nada que me faça sofrer tanto
É a dor que faz o violeiro continuar a despeito da "sorte".Nem a morte se compara com a dor que ele está vivendo. Ele desafia a estrada, (desafina e sai do leito) e muda a sorte do seu canto, com o protesto da sua alma, contra o que acontece com o povo, impotente diante a vida.
A estrada o responde, agora unida aos seus objetivos, a sua dor de violeiro que canta solitário vendo gente à sua frente...
"Vai, violeiro, me leva pra outro lugar
Que eu também quero um dia poder levar
Toda gente que virá
Caminhando, procurando"

:: Postado por Mário às 23h09
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Ponteio

Por Angel

É uma teoria, sei lá;;;
Era uma época que o regime ditatorial foi legitimado pela Constituição, e a promulgação de uma Lei de Segurança Nacional que levou civis a enfrentar cortes marciais, acho que Edu Lobo tentou buscar no mágico "era uma vez" dos contos de fadas, a maneira de expressar a esperança que todos têm de "ver o tempo mudado/E um novo lugar pra cantar".
A letra de "Ponteio" se estrutura como os contos de fadas, através de uma linguagem simples, e plena de ação, de um espaço e tempo indeterminados e indefinidos

("Era um, era dois, era cem/ Era o mundo chegando e ninguém (...) Ô você pra onde vai, de onde vem / Diga lá o que tem pra contar / Parado parado no meio do mundo ..."), e de um conteúdo que explica os fatos que envolvem o "herói"

("Era o mundo chegando e ninguém / Que soubesse que eu sou violeiro / Que me desse ou amor, ou dinheiro (...) Parado no meio do mundo/Senti chegar meu momento/ Olhei pro mundo e nem via / Nem sombra , nem sol e nem vento (...) Tinha um que jurou me quebrar / Mas não lembro de dor nem receio / Só sabia das coisas do mar / Jogaram a viola no mundo / Mas fui lá no fundo buscar / Se eu tomo a viola, ponteio / Meu canto não posso parar, não ...").


Numa reatualização das provas iniciatórias comuns aos contos infantis, o poeta é perguntado "pra onde vai, de onde vem / Diga lá o que tem pra contar" e se sente sozinho num mundo "sem sombra, sem sol e sem vento". Sem a viola pra cantar, vê "a morte, em redor mundo inteiro" e enfrenta "um que jurou me quebrar", sem lembrar "de dor nem receio", e corre pro fundo do mundo buscar a viola que , tal qual a varinha de condão, é portadora de poderes mágicos, permitindo o "preenchimento das fissuras dando novamente à terra, sua solidez."


Presente em todo poema, a fórmula mágica do "era um" como que costura as partes em que o poema se divide, "tecendo a trama dos destinos, comentando e questionando valores, para concluir a mensagem pela qual o poeta é responsável. Revestindo-se de metáforas, nas entrelinhas permite a verdadeira mensagem...

Por Fabrícia

Trata-se de uma canção de protesto que num primeiro momento, representava uma possível intervenção política do artista na realidade social do país, contribuindo assim para a transformação desta numa sociedade mais justa.
Ponteio era lido como o dia que virá por facções dos movimentos de esquerda, mas também a relação texto/som poderia representar a moda-de-viola, a música do Sul de Minas, uma outra idéia de Brasil...
E o mais acho que a Angel já disse!
Apenas uma complementação!

:: Postado por Mário às 23h04
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INDIVIDUAÇÃO

 

 “Mamãe, onde eu estava quando você morava aqui com meus avós"

 

            Individuação, talvez seja esse o conceito mais importante na obra de Carl Jung. Individuar é “tornar-se  si mesmo”, atingindo os potenciais próprios de cada um. A individuação é um processo  espontâneo de amadurecimento por meio do qual o indivíduo se torna o que está destinado a ser, desde o início .

        

          Enquanto imagem, a semente de uma fruta somente poderá se desenvolver tornando-se ela mesma e não outra: semente de laranja torna-se laranja e não abacate. Nascemos “sementes” de seres humanos, porém, nós mesmos desconhecemos que tipos de semente somos, isto é, qual será nossa verdadeira identidade profunda. A grande tarefa de nossa existência é descobrirmos quem realmente somos e será esse nosso processo de individuação.         

   

            Nesse processo, o indivíduo vai entrar em contato com os arquétipos, matrizes de comportamentos herdadas enquanto espécie do inconsciente coletivo. São quatro fases:

 

1. conscientização da Persona (mascara através da qual o indivíduo se relaciona com o Outro e com o mundo)

 

2. Confronto com a Sombra (formada por conteúdos inconscientes que já deveriam estar na consciência)

 

3 - Confronto com a Anima (para o homem) e Animus (para a mulher) – arquétipos que trazem a consciência sua contraparte e

 

4 – Encontro com o Self  - representado do Sábio ou Sábia

 

 

          Ressalta-se que a sensação de ser, a necessidade de busca da individualização estão presentes em todas as sociedades, independente do processo de educação ou da cultura, na qual se vive. Basta observar os bebês recém-nascidos para ver características de personalidade que não podem ser explicadas apenas pela herança genética ou pelo ambiente familiar.

 

         Certa vez, uma menina de 5 anos, ao visitar com a mãe a casa dos avós, perguntou: “mamãe, onde eu estava quando você morava aqui com meus avós e dormia neste quarto”?

:: Postado por Mário às 11h31
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    ESSE TEU OLHAR... 

   Na semana passada, eu desenvolvi uma atividade com meus alunos da Faculdade, IMESB. Uma atividade que marca muito minha carreira docente. Trata-se da utilização da metodologia dos 3 olhares, abaixo, descrita.

    Lembro que minhas queridas alunas do 3º ano  da Escola Normal de Ceilândia, 2003, registraram como umas da minhas marcas.

     Eu acho muito interessante exercitamos a capacidade de ver mesmo fato, situação, obra de arte sob diferentes pontos de vista. Abaixo, as letras de 3 músicas maravilhosas - Disparada, Ponteio, A Estrada e Violeiro - que dentre outras coisas nos falam do nosso processo de individuação

  Eu convido meus queridos visitantes para uma análise  dessas composições. E por favor não deixem de registrar nesse espaço, suas impressões, seus olhares...   

 

     

:: Postado por Mário às 11h08
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METODOLOGIA DOS TRÊS OLHARES NA ANÁLISE DE FILMES, PINTURAS E TEXTOS

 


                         Metodologia desenvolvida pela professora Francisca Nóbrega. Encontra-se  sistematizada no livro A Palavra - Gil Carlos Pereira, Ed. Moderna.  No presente caso,  a referida metodologia foi adaptada para a análise de filmes, textos e pinturas.

:: Postado por Mário às 10h46
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1º Olhar – O que o filme ou  a pintura  ou texto mostra?

 

ü      O que o título sugere?

ü      Trabalha sobre o quê?

ü      De imediato, o que chamou atenção?

:: Postado por Mário às 10h42
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2º Olhar – Como o diretor ou  pintor ou escritor constrói sua obra?

 

ü      Quem? Situação do autor: época, atualidade de sua obra, ligações, tendências, pertencimentos, posição no campo artístico ou acadêmico.

ü      O que? Qual tema? Qual a mensagem ?

ü      Por que? Quais são os objetivos do autor? Convencer? Informar? Instruir? Emocionar? Chocar? Divertir? Demonstrar? Denunciar? Criticar?

ü      Como? Qual o plano de organização? Há uma seqüência lógica? Quem narra a história? Quais os recursos que  mais utiliza para se atingir seus objetivos: Imagens? Sons? Músicas? Exteriores? Interiores? Planos? Diálogos? Velocidade? Enumerações? Comparações? Oposições? Interrogações? Exclamações? Referências? Citações

ü      Onde? Em quais contextos o diretor, pintor ou escritor  insere o tema? País? Contexto econômico? Contexto histórico? Contexto psicológico das personagens? Contexto Social? Classes Sociais?

:: Postado por Mário às 10h41
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3º Olhar – Como você interpreta o filme, texto ou pintura?

 

ü      O que a obra tem a ver com sua vida? Ela trouxe quais lembranças? Qual emoção fez aflorar? Quais pensamentos?

ü      Qual sua posição diante da problemática levantada pelo filme ou pintura ou texto? Você concorda com o ponto de vista do autor? O que você perguntaria para ele?

ü      Quais idéias e conceitos estudados durante o curso você utilizaria para ajudar sustentar sua posição? Argumente.

ü      O que a obra fez você pensar sobre socialização, identidade, papéis sociais e processo de individuação?

 

:: Postado por Mário às 10h39
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 A ESTRADA...E

"Parece um cordão sem ponta, pelo chão desenrolado

Rasgando tudo que encontra, a terra de lado a lado..."


:: Postado por Mário às 10h16
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MÁRIO

IMAGENS...

PALAVRAS....

VIAGENS...

"Todo encontro casual é um encontro marcado"

Carl Jung

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